sexta-feira, 3 de junho de 2011

7. AS RELAÇÕES COM O "NÃO FÍSICO" - PARTE 5 -

7. Como Estabelecer
"Limites" Onde Não Há Limites No Existir?
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NINGUÉM,
MAS, NINGUÉM MESMO,

Que tenha adentrado,
A este mundo,

Portador de uma mente sana,
E dela tenha se desleixado,
Precisa de inimigos.

Pois, nele já existe,
O seu maior algoz,

Que ao invés de livrá-lo,
Desta eterna sentença,

Pelo menosprezo,
À sua mente,

Será colocado sempre,
Em cruciais perigos,
Ao longo de sua vivência.

Eis um outro ângulo,
Para que se melhor entenda.


COM A MENTE NÃO SE BRINCA!!!!

Do contrário,
A Sua Maravilhosa Função Óptica,
De Ver O Futuro,
Fica estrábica,

E acaba,
Por terminar cega,
Opaca.

Enxergar com a Mente,
É o resultado,
Do extraordinário esforço,

De Estudar
E nela segurar,

Bons Princípios Éticos e Morais,
Por culturas essenciais,

E crença fervorosa no Equilíbrio,

Para não  misturar,
Esperteza com Inteligência,
E cair em algum poço movediço ,

Enquanto  pena,
Sua própria existência.

A Mente Humana,
É uma força,
Que precisa de Ordem.


E Ordem não existe,
Sem Controle e sem Disciplina.

Ambos eles,
Dependem do saber,
Dependem de conhecimentos diversos,
Dependem do Si Compreender.

Eis por que a mente,
É exigente,
No seu trato,
E com sua força.

A qual,  nada mais,
Nada menos é, do que:


FOME DE APRENDER.


O ser humano conseguiu,
Estragar esta função mental,

De adquirir novos conhecimentos,
Para desenvolver  competências,
E formar do discenimento,
Um amplo cabedal.

E agora vive somente de sofrimentos,
Dia sim e outro também,
Passando mal.

E muito "mais pior" do que isto.
Espalha o vírus desta doença,

Que se tornou numa praga,
Conhecida por:

FACILIDADE E IMEDIATISMO
NO PROCESSO DE VIVENCIA

COM SUAS,
 CATASTRÓFICAS
EXPERIÊNCIAS.

O que mais incomoda,
E chega mesmo a consternar,

É que pessoas,
Que já são espertas,
Ou, querem ser espertas,

Não consegue enxergar,
Um palmo,

Além do pau do nariz,
Para do perigo, se afastar.

Uma vez que, na mente,
Não há espaço,

Para que, as ondas venham
A reverberar.

A minha avó dizia isto,
Com a sua experiência,
De descendente de escravos,

Quando na minha meninice,
Conversávamos sobre,
Fatos repetitivos.

"Meu fio, num se preocupe não,
Que o prego puxa o martelo,
Pra se machucar".


Evilasio de Sousa.




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